5 de mar. de 2011


Rangem as portas... São forças externas vindo me dominar. Ouço vozes... Vindo importunar. Não posso reclamar da vida. Paredes tem ouvidos e olhos que muito bem me veêm. Não posso gritar, nem tão pouco me defender.
Balanço, caio, levanto, pulo, eu grito. 
Mas tudo parece não sair do lugar. 
Preso aqui, de mãos atadas, quero lutar. Vai valer?
Lutar e desejar liberdade são anseios vãos.

Querer ser diferente, uma nova mente, quem vai me defender?
Ranger, romper, viver, que atitude pagã.
Abri um estouro. 
Um tijolo caiu, 
Mas ele reconstruiu.
Cores em imagens, num mundo televisão anos 50.
Ainda não fabricaram.
Mas eu ainda vou lá pra revolucionar. Quem sabe um efeito borboleta.

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